quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA


Esse é um dos temas mais polêmicos da atualidade. Bem se sabe que desta geração, 78% são filhos da adolescência. Mas por que esses números são tão altos e alarmantes?
Bem mais cedo, as crianças estão descobrindo o sexo oposto, abandonando a inocência natural à sua idade. Não sei se é porque os pais têm pressa em ver seus filhos descobrirem o mundo e o que nele há, ou se a tecnologia, que avança mais a cada dia, ajuda a apressar essa agora pequena passagem pela infância. Tudo isso desemboca em uma adolescência muito mais "aberta" e conivente com as "normalidades". Há uns 10 anos atrás, por exemplo, era muito difícil ver adolescentes em bailes que não fossem em matinês. Mas hoje, ver menores de idades em bailes funk, etc, até de manhã, é a coisa mais normal do mundo. Alguma coisa aí está fora do lugar... Mas o que?
O diálogo entre pais e filhos é algo que nunca deveria sair de moda. Mas têm muitos pais despreocupados e muitos filhos achando-se muito espertos. Mas é através do diálogo que os pais podem e devem passar seus valores morais aos seus filhos. A falta dessa conversa franca, descontraída, tem gerado a aceleração descontrolada da busca pelo sexo oposto, que já foi iniciada na infância, precocemente. As descobertas na adolescência chega a ser normal, até o ponto em que a sexualidade passa a imperar na vida dos adolescentes, como prioridade. Por isso que aquele bom e velho papo deve ser constante entre pais e filhos.
A sexualidade entre adolescentes tornou-se uma coisa tão banal, que nem se preocupam mais com as DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), nem se vão ou não engravidar, e nem pensam nas consequências que isso pode trazer para eles, para seus pais e para a criança que eventualmente possa nascer, em caso de uma gravidez. Quando ocorre uma gravidez precoce, os adolescentes serão pais completamente despreparados, quase crianças, sem ter a menor noção do que os espera... O natural, seria esses adolescentes "pré pais" seguirem suas vidas estudando, preparando um bom futuro para suas próprias vidas, para que mais tarde pensem em um casamento, em ter filhos. Sexo por diversão ou curiosidade, só prova que os que o fazem são altamente burros e inconsequêntes!
O adolescente não deve desperdiçar uma das melhores fases da suas vidas, mas aproveitar para plantar seus sonhos e poder assistir o seu crescimento. Para trazer outra vida ao mundo, nos dias de hoje, é preciso estar preparado, pois um filho é um pedaço de nós, que requer cuidados especiais que vão matar e enterrar os sonhos da adolescência.
Não enterre seus sonhos, vivendo o pesadelo da gravidez na adolescência. Tudo tem a sua hora de acontecer.

CICATRIZANDO FERIDAS

Ninguém deseja ser vítima de um ato de violência. E se seguirmos a máxima de que não desejaríamos para outras pessoas o que não queremos que aconteça conosco, podemos dizer que ninguém deseja que alguém sofra algum ato de violência. Para aqueles que seguem os ensinamentos de Cristo, o amar ao próximo como a si mesmo, engloba amar os nossos inimigos, ser capaz de amar aquele que te faz um mal. Tarefa difícil, não? Até mesmo Jesus reconheceu que passaríamos por coisas muito difíceis. "Aflições", em suas palavras. Mas imediatamente trouxe uma palavra de ânimo aos corações aflitos: Ele venceu o mundo, e por isso deveríamos ter bom ânimo.
Em Jesus somos mais do que vencedores. Podemos vencer situações adversas, que tentam nos empurrar para baixo. Nele podemos encontrar nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na hora da tribulação (Sl 46). Para Ele, elevamos nossos olhos quando precisamos de ajuda (Sl 125). Por Ele somos consolados quando nos é impossível segurar as lágrimas de dor e sofrimento (Mt 5).
Cristo é o único que pode mudar a história de dor e sofrimento na vida de alguém que foi marcado por um ato de violência, não apenas marcas físicas, mas marcas psicológicas. Cristo é o remédio capaz de cicatrizar feridas que parecem impossíveis de ser fechadas. Não importa o que aconteça, não podemos esquecer de Ele toma as nossas causas como um Advogado Fiel, de que Ele nos ama de maneira incondicional, de que Ele é o elo que nos leva ao Pai e de que, por seu sangue derramado na cruz do Calvário, hoje somos dignos de ser chamados às Bodas do Cordeiro.
Que nosso Senhor Jesus, com seu Santo ESpírito, venha sempre nos consolar nos momentos difíceis.
 

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011






ESTUDOS SOBRE SEITAS E HERESIAS
OS MÓRMONS




A igreja dos mórmons foi fundada por JOSEPH SMITH, em 1830


1 HISTÓRIAEm 23 de dezembro de 1805, na cidade de Sharon, Vermont, Joseph e Lucy Smith ganharam o quarto filho, a quem chamaram de Joseph Smith Jr., o qual não teve uma infância agradável devido as necessidades econômicas pela qual a família vinha passando.
Durante sua infância e adolescência, Joseph foi exposto a várias seitas dentro da religião cristã. Naquela época, o REAVIVALISMO era o movimento prevalecente, principalmente no Condado de Ontário (atual Wayne), no Estado de Nova York. O jovem Joseph teve contato com o Metodismo e mais tarde relatou que se sentiu atraído por ele. Quando, porém, tinha quinze anos de idade, sua família, ou seja, sua mãe Lucy e seus dois irmãos Hyrum e Samuel e sua irmã Sophronia converteram-se ao PRESBITERIANISMO. Joseph dedicou-se a uma profunda reflexão sobre a religião. Entretanto, a existência de diversas religiões sectárias deixavam-no confuso. Uma pergunta que incessantemente atormentava sua mente era: “Se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e não censura , e ser-lhe-á dada” (Tg1:5). Mais tarde ele escreveu:

“Refleti repetidas vezes sobre ela, sabendo que, se qualquer pessoa necessitava de sabedoria de Deus, essa pessoa era eu; porque não sabia o que fazer, e a menos que obtivesse mais sabedoria do que a que então eu tinha, jamais chegaria a saber; pois os mestres de religião das diferentes seitas interpretavam as mesmas passagens da escritura diferentemente, a ponto de destruir toda a confiança na solução do problema pela consulta à Bíblia” (SMITH, Joseph. Pérola de Grande Valor. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, 1950. p47).


1.1 As experiências místicas de Joseph Smith
Em 1820, retirou-se para um bosque, a fim de ficar a sós, e começou a orar. Vejamos o que ele relatou em A PÉROLA DE GRANDE VALOR, sobre o que lhe aconteceu naquele dia fatídico:
“Depois de haver-me retirado para o lugar que havia escolhido previamente, tendo olhado em meu redor, e encontrando-me só, ajoelhei-me e comecei a oferecer o desejo de meu coração a Deus. Apenas fizera isto, quando fui subitamente subjugado por uma força que me dominou inteiramente, e seu poder sobre mim era tão assombroso que me travou a língua de modo que não pude falar. Intensa escuridão envolveu-me e pareceu-me por algum tempo que estivesse destinado a uma destruição repentina. Mas, empregando todas as minhas forças para pedir a Deus para livra-me do poder desse inimigo que me tinha subjugado, e no momento exato em que estava prestes a cair em desespero, abandonando-me à destruição – não a uma ruína imaginária, mas ao poder de algum ser real do mundo invisível, que tinha tão assombroso poder como jamais havia sentido em nenhum ser – justamente neste momento de grande alarma, vi uma coluna de luz acima de minha cabeça, de um brilho superior ao do sol, que gradualmente descia até cair sobre mim. Logo após esse aparecimento, senti-me livre do inimigo que me havia sujeitado. Quando a luz repousou sobre mim, vi dois Personagens, com resplendor e glória desafiam qualquer descrição, em pé, acima de mim, no ar. Um Deles falou-me, chamando-me pelo nome, e disse, apontando para o outro: “Este é o Meu Filho Amado. Ouve-O”. Meu objetivo ao me dirigir ao Senhor foi saber qual de todas as seitas era a verdadeira, a fim de saber a qual unir-me. Portanto, tão logo voltei a mim o suficiente para poder falar, perguntei aos Personagens que estavam na luz acima de mim, qual de todas as seitas era a verdadeira e a qual deveria unir-me. Foi-me respondido que não me unisse a nenhuma delas, porque todas estavam erradas; e o Personagem que Se dirigiu a mim disse que todos os seus credos eram uma abominação à Sua vista; que todos aqueles mestres eram corruptos, que: “Eles se chegam a Mim com os lábios, porém, seus corações estão longe de mim; eles ensinam como doutrina os mandamentos dos homens, tendo uma religiosidade aparente, mas negam o Meu poder”. Novamente proibiu que me unisse a qualquer delas; e muitas outras coisas me disse que não posso, no momento, escrever. Quando voltei a mim outra vez, estava deitado de costas olhando para o céu” (SMITH, Joseph. História. 2:6).

Este relato geralmente é referido pelos mórmons como a PRIMEIRA VISÃO de Smith. Entretanto surgiram dois problemas com este testemunho. Primeiro, ele só escreveu sobre este acontecimento muitos anos depois. Na edição mais antiga do livro A PÉROLA DE GRANDE VALOR, Smith disse que uma das personagens chamava-se NÉFI. Numa outra disse que se chamava Marôni. Segundo, na primeira edição do livro, Smith mencionou que fora visitado por “uma personagem”. As edições posteriores falam de “duas personagens”, o que constitui uma discrepância, principalmente porque a verdade da revelação mórmon baseia-se na autoridade profética de seus livros.
Após receber aquela visão, Joseph relatou a experiência a um pastor metodista. Ele escreveu que este teve uma reação desdenhosa, ao dizer-lhe que as visões e vozes eram do DIABO. Smith também percebeu que, embora as seitas fossem divididas umas contra as outras, “todas se uniram para me perseguir”. Apesar das perseguições ele permaneceu firme nas suas convicções.

· No dia 21 de setembro de 1823, antes de se deitar, Smith começou a orar. Enquanto invocava a Deus, afirmou que uma luz brilhante encheu seu quarto e uma figura resplandecente apareceu ao seu lado. A personagem disse-lhe ser Morôni, um mensageiro enviado por Deus para entregar-lhe uma visão que era um livro escrito em placas de ouro. Nela encontrava a história dos primeiros habitantes da América.

· Finalmente chegou o dia. Em 22 de setembro de 1827, as placas de ouro foram dadas a Joseph Smith juntamente com a recomendação de guardá-las com cuidado. Tais placas até hoje, ninguém nunca viu.


2 Os ensinamentos anticristãos
2.1 Os mórmons não ensinam que a Bíblia é a Palavra de Deus totalmente infalível

“Cremos ser a Bíblia a palavra de Deus o quanto seja correta a sua tradução; cremos também ser o LIVRO DE MÓRMON a palavra de Deus.” (Declaração de fé, artigo 8. 1954).

O cristianismo crê que as Escrituras é a Palavra de Deus inspirada por Deus (Teopeneumatos) autoridade final para nossa fé e vida, sem erros, infalível. Afirmações bíblicas: “Deus no-las revelou pelo Espírito...as quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo nos ensina” (1Co.2:10-13); “Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei” (1Co.11:23); “Se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento do Senhor o que vos escrevo. E, se alguém o ignorar, será ignorado” (1Co.14:37-38); “Porque eu não o recebi, nem o aprendi de homem algum, mas mediante a revelação de Jesus Cristo” (Gl.1:2); “porque estais inteirados de quantas instruções vos demos da parte do Senhor Jesus. Dessarte, quem rejeita estas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o seu Espírito Santo” (1Tss.4:2, 8); “Toda a Escritura é inspira por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2Tm.3:16).

Deus falou antigamente pelos Seus profetas, os quais produziram o A.T., o mesmo Deus depois falou através do Seus Filho Jesus Cristo, depois pelos Apóstolos (inspirados pelo Espírito Santo), inclusive, ouviram até a vós de Deus:

“Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo. Ora, esta voz, vinda do céu nós a ouvimos quando estávamos com ele no monte santo. Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração, sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação” (2Pe.1: 17B, 18, 19, 20), como acontece com o mormonismo!


2.2 Os mórmons ensinam que o Pai e o Filho possuem corpos

“O próprio Deus já foi como somos agora – ele é um homem exaltado, entronizado em céus distantes! (...) o próprio Deus, o Pai de todos nós, habitou sobre uma terra” (O Sermão de King Follet, ps. 336, 376).

“Deus é Espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito em verdade” (Jo.4;24). Toda essa confusão é porque eles não entendem a doutrina da trindade, na verdade, não é de se ignorar, pois a doutrina da Trindade é um mistério, porém, um mistério revelado pelo Espírito Santo de Deus. Quem não é agraciado com essa revelação, mão nasceu da água e do Espírito (Jo.3:5).
Vemos que os mórmons não conheciam a Bíblia, a fonte de autoridade para eles são os livros escritos por Joseph Smith, como por exemplo: PÉROLA DE GRANDE VALOR o qual contém as Regras de Fé e DOUTRINA E CONVÊNIOS publicado em 1876. Por isso não há o conhecimento de Deus conforme a revelação bíblica. Para os mórmons, segundo a pregação de Smith, em 1844, com o título “A Divindade Cristã – Divindades Plurais” , no qual disse:

“Pregarei sobre a Pluralidade dos Deuses... Eu sempre declarei que Deus é um personagem distinto, que Jesus Cristo é um personagem separado e distinto de Deus, o Pai, e que o Espírito Santo é outro personagem distinto, e é Espírito... Muitos homens dizendo que há um Deus : o Pai, o Filho e o Espírito Santo são apenas um Deus. Que Deus estranho - digo eu – três em um, e um em três!” (Ensinamentos do Profeta Joseph Smith (Sermão do Profeta sobre a Trindade Cristã e a Pluralidade dos Deuses, pregado no dia 16 de junho de 1844), publicado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, São Paulo, 1975, ps.361, 362 e 364).

Smith continua e explica que, quando a Bíblia fala de um Deus, é um Deus “no que concerne a nós”. Entretanto, isso não quer dizer que não haja uma pluralidade de deuses por todo o Universo. Além disso, o mormonismo ensina que cada deus é gerado por outro, em sucessão. O Deus Pai é um deus superior, por causa de sua linha de progressão particular neste processo. Segundo alguns apologistas talvez o ensino mais divergente do cristianismo seja a crença dos mórmons de que Deus e a pluralidade de deuses eram homens antes de se tornarem deuses.

2.3 Os mórmons ensinam que Cristo e o Diabo são irmãos
“... que Lúcifer, o filho da alva, é nosso irmão mais velho e o irmão de Jesus Cristo” (Doutrina Mórmons por Bruce Mconkie, ps. 163 – 164).

A Bíblia diz que o diabo é um ser criado por Deus. “Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti”, (Ez.28:15). “Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e par ele” (Cl.1:16).


2.4 Os mórmons ensinam que Jesus Cristo era casado e polígamo

“Cremos que o casamento em Cana da Galiléia foi o de Jesus Cristo”(Jornal de Discurso, vol.2, p.80). O Mormonismo ensina que Jesus foi o filho natural de Adão e Maria. “Quando a Virgem Maria concebeu o Menino Jesus... Ele não foi gerado pelo Espírito Santo. E quem é o seu pai? Ele é o primeiro na família humana” (Brigham Young, Jornal de Discurso, ps. 50 – 51).

Diz a Bíblia: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós.. .” (Jo.1:1, 14a); “E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum? E, respondeu o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo...” (Lc.1:34-35).

2.5 Os mórmons ensinam o “casamento celestial”

“Para que um homem e uma mulher recebam a plenitude das bênçãos no REINO CELESTIAL, devem se casar num templo mórmon. A falha em fazer isso resulta na dissolução do casamento com a morte, uma vida de solteiro na eternidade e numa condição inferior de anjo e não de um deus” (Doutrina e Convênios, ps. 132:15, 16).

Para os cristãos, o casamento é uma parte importante da criação (Gm;2:23, 24; Hb.13:14). Entretanto, não é um foco prioritário ou uma obrigação que se deva cumprir para a ordem da salvação. Jesus Cristo tornou-se o centro da fé: “Porque decidi nada saber entre vós, se não a Jesus Cristo e este crucificado” (1Co. 2:2). O casamento é uma bênção de Deus nesta vida, mas não na futura. Para uma vida imortal não há a necessidade de casamento e procriação “seremos como os anjos” (cf. Mt.22:29, 30).

2.6 Os mórmons ensinam que a igreja estava em um estado de grande corrupção, antes de 1830
Joseph Smith acreditava ter sido separado por Morôni, para restaurar a pureza e a verdade, através de uma extensa série de novas revelações, incorporadas na literatura sagrada do Mormonismo. Conseqüentemente, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é a verdadeira representante de Deus na terra.
O Cristianismo não faz uma afirmação tão audaciosa. A verdadeira Igreja de Deus não está incorporada a uma organização ou denominação especifica. A autêntica Igreja (católica) consiste da “comunhão dos santos” (Credos Apostólico e Niceno), dos que “nasceram de novo”, através do Batismo e que possuem fé em Jesus Cristo. Estes estão espalhados por todas as diferentes denominações cristãs do mundo. “A Igreja de Deus é constituída por todas as pessoas espiritualmente regeneradas, cujos nomes estão escritos no Céu”. (Manual da Igreja do Nazareno. 2001 –2005. p.35).



CONSIDERAÇÕES FINAIS

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é extremamente ativa e crescente em todo mundo. Os fatores que mais contribuem para isso incluem o apelo amplamente difundido para a moralidade, altas taxas de natalidade e uma ênfase ao retorno dos valores familiares e os comerciais contra as drogas. Por isso é considerada a seita que mais cresce nos E.U.A., outro fator é a falta de informações dos que se agregam a ela. Esta seita apresenta-se com uma fachada de cristã, de verdadeira igreja, todavia, esta pseudo-igreja não prega as verdades bíblicas que conduz a vida eterna.
NECROMANCIA OU CONSULTA AOS MORTOS - ISSO É ABOMINAÇÃO AO SENHOR!

Meus amados, sei que muitos aqui dizem ser espíritas, etc..., por favor, leiam a Bíblia, saiam do erro, que Satanás diz para vocês que é o certo, não, não é o certo, quem pratica coisas semelhantes a essas de que os textos falam, é errado sim, é contra a Palavra de Deus. Eu não sou a dona da verdade, esqueçam disto, isto quem fala para todos é Deus, porque a Bíblia é a Palavra de Deus inspirada, para que saibamos como nos portar perante Deus e perante este mundo enganador.
Que Deus tenha misericórdia de todos nós. Auris

By Pastor Michel Cruz • Outubro 21, 2008

“Também, designada como “nigromancia” é a magia que usa o poder dos mortos para a adivinhação. É uma arte mágica que se propõe adivinhar o futuro através do sangue recém derramado de uma criatura viva.

A necromância é comum em jogos de RPG e literatura fantástica. Visa atingir objectivos com o auxílio dos que já morreram (que, nessa perspectiva, partiram deste plano para outro seja ele superior - suposto “reino dos céus” - ou inferior - suposto “inferno”), sendo muito usada em religiões como a umbanda, candomblé, quimbanda, etc.

Pode ser interpretada como a prática de despertar a morte para obter informações do futuro, tendo a sua origem na crença de uma viagem para outro mundo, após a morte, acreditando-se que os recém-mortos, cujos corpos ainda estão intactos, mantêm ainda relações com a vida, estando mais sensíveis à tentativa de entrar em contato com eles e questioná-los…

Alguns relatos situam o começo dessa prática na América. Uma tribo indígena roubou o corpo de um chefe de outra tribo algumas horas depois de morto. Colocaram o corpo num círculo desenhado na terra e começaram a fazer perguntas sobre o futuro e as possibilidades de caça. Essas práticas foram muito comuns na costa leste da América do Norte.
Retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Necromancia.

É, outrossim, uma prática usada, muito especialmente, pelos espíritas por meio de médiuns. Durante as sessões, os médiuns invocam o espírito do falecido, e, num estado de transe, esse falecido, segundo eles, fala, com a mesma voz da tal pessoa, levando a crer aos presentes e ao “encomendador” que estão de fato perante a pessoa invocada.

Esta é outra prática abominada por Deus. Deuteronómio 18:10-12: “Entre ti se não achará adivinhador (…) mágico, nem quem consulte os mortos: pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor…”.

Quem se manifesta não é o falecido, mas sim um espírito demoníaco que conhecia bem a pessoa invocada, inclusive a voz, sendo capaz de a imitar na perfeição.

A Bíblia informa-nos que as almas dos mortos vão para o “mundo invisível” (Salmo 89:48), que no caso dos que aceitam Jesus e a Sua Palavra vão para o Céu, para junto Dele gozar a vida eterna (Filipenses 1:20-24; Atos 7:55-60; II Coríntios 5:8; Apocalipse 6:9) e no caso dos que rejeitam a Salvação, só possível pela fé em Jesus Cristo, vão para o inferno (Apocalipse 20:13-14) e nunca mais tem acesso à terra dos viventes, não sabendo, inclusive, o que aqui se passa (Eclesiastes 9:5-6; Lucas 16:19-31).

Houve um rei israelita, de nome Saul, que foi a uma médium para consultar um morto e como nada deu certo, ele acabou por suicidar-se (I Samuel 28:7-25; 31:1-4). Este poderá ser o fim daqueles que recorrerem a todas essas formas de espiritismo. Só com Jesus é que a vida corre bem, tudo dá certo e sente-se prazer em viver.

O espiritismo, em todas as suas formas, é obra do enganador e “ladrão que vem senão a roubar, a matar e a destruir”; enquanto Jesus veio para que tenhamos vida e a tenhamos com abundância.” - João 10:10.

Isaías 8:19-20: “Quando vos disserem: Consultai os que tem espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam entre dentes: - não recorrerá um povo ao seu Deus? A favor dos vivos interrogar-se-ão os mortos? À Lei e ao Testemunho (à Bíblia)! se eles não falarem segundo esta Palavra, nunca verão a alva.”

Devemos é consultar a Deus por meio da Sua Palavra, a Bíblia Sagrada.

Atos 19:18-19: Quem se envolveu ou está envolvido com o espiritismo, tem que se arrepender dessas práticas, confessar o seu pecado e eliminar todos os objetos que tenham ligação com isso.

http://assembleiadeusleiria.com/necromancia-ou-consulta-aos-mortos

O GRANDE ENGANO

O Grande Engano

Palavras como disfarce, imitação ou cópia são conhecidas de todos. Também no cristianismo há pessoas que se dizem "cristãs", mas no fundo não o são.
Um automóvel parou ao meu lado em um espaço para descanso à margem de uma auto-estrada na Alemanha. Alguém me ofereceu os "melhores artigos de couro" por pouco dinheiro. Como fui totalmente surpreendido pela oferta e também tinha pouco tempo, comprei um objeto pequeno. Apenas mais tarde percebi o tipo de "artigo de couro" que havia adquirido: uma imitação barata, que desmontava só de olhar para ela.
Há muitas coisas falsas, quase idênticas às verdadeiras, difíceis de distinguir das genuínas, como roupas, relógios, jóias, quadros, tapetes, etc. Precisamos de especialistas que consigam diferenciar entre o verdadeiro e o falso com base em detalhes mínimos.
Também no cristianismo há imitações, disfarces, cópias, cristãos que parecem verdadeiros e, no entanto, são falsos. Isso é ilustrado de forma clara na parábola das dez virgens (Mt 25.1ss): exteriormente, as cinco virgens néscias eram muito parecidas com as sábias, exceto pelo fato de que lhes faltava o óleo (um símbolo do Espírito Santo que habita nos salvos). Muitos vivem uma vida cristã porque são levados pela corrente do cristianismo que os cerca. Seu ambiente é cristão e por isso eles também o são.
Não quero que esta mensagem roube a certeza da salvação de ninguém que tenha no coração essa convicção pelo testemunho do Espírito de Deus. Além disso, tenho certeza de que um cristão espiritualmente renascido não pode se perder (Hb 10.10,14). Mas também não quero que alguém ponha sua confiança em uma falsa segurança, em algo que nem mesmo existe.
Às vezes admiramo-nos quando pessoas, que eram consideradas cristãos autênticos, de repente se desviam da fé e não querem ouvir mais nada a respeito de Jesus e da obra que Ele realizou na cruz do Calvário, chegando até mesmo a negá-la. O apóstolo João também passou por essa experiência dolorosa, descrita em sua primeira carta: "Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos" (1 Jo 2.19).
Este buquê de flores é verdadeiro ou não? Também no cristianismo há imitações, cristãos verdadeiros e falsos cristãos.
A Bíblia não esconde o fato de que além do cristianismo verdadeiro, legítimo, renascido da "água e do espírito", há também um cristianismo aparente, formado por "cristãos" que não estão ligados a Jesus, não estão enraizados nEle, não vivem nEle e por Ele. Mesmo que tudo pareça legítimo, eles não passam de uma imitação. É desses "cristãos" que Paulo fala ao escrever a Timóteo, em sua segunda carta: "...tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes" (2 Tm 3.5). A Edição Revista e Corrigida diz: "...tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te". Na Nova Versão Internacional lemos: "...tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se desses também".

Sendo cristão sem ser cristão

De acordo com pesquisas nos EUA, quase metade dos americanos se dizem cristãos renascidos. Mas uma análise mais aprofundada revelou que muitos confundem o novo nascimento com uma sensação positiva a respeito de Deus e de Jesus.
Um levantamento estatístico entre os cristãos praticantes nos EUA apresenta resultados desanimadores, o que também é representativo em relação à Europa:
  • 20% nunca oram
  • 25% nunca lêem a Bíblia
  • 30% nunca vão à igreja
  • 40% não apóiam a "obra do Senhor" por meio de ofertas
  • 50% nunca vão à Escola Bíblica Dominical (de todas as faixas etárias)
  • 60% nunca vão a um culto vespertino
  • 70% nunca dão dinheiro para missões
  • 80% nunca freqüentam uma reunião de oração
  • 90% nunca realizam culto em família [1]
Se a situação já é assim na América marcada pela influência do puritanismo, quanto mais na superficial Europa.
O próprio Senhor Jesus advertiu a respeito da confissão nominal, que carece de conteúdo verdadeiro, ou seja, que não está de acordo com o que vai no coração: "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade" (Mt 7.21-23). Com isso, o Senhor esclarece quatro pontos básicos: há duas coisas que não são de forma alguma suficientes para que alguém seja salvo, e outras duas são imprescindíveis para que alguém seja redimido.

Duas coisas insuficientes para a salvação

Nem a simples confissão "Senhor, Senhor" (1) nem as obras em nome de Jesus (2) são suficientes para alcançar a salvação eterna. Em muitas igrejas, denominações e entidades cristãs as orações são meramente formais, os atos de caridade são feitos em nome de Jesus sem que aqueles que os realizam pertençam a Ele ou sejam filhos de Deus. Quantos indivíduos "cristãos" realizam atos cristãos sem pertencerem a Cristo! É assustador que no fim Jesus até mesmo condena as suas ações como sendo iníquas: "Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade".

Duas coisas imprescindíveis para a salvação

Precisamos fazer a vontade de Deus (1) e precisamos ser conhecidos por Deus (2).
1. Fazer a vontade do Pai celeste não é realizar muitas boas ações, pequenas e grandes, mas ter fé em Jesus Cristo, entregar conscientemente a vida a Ele e obedecer-Lhe na prática.
O judaísmo da época de Jesus tinha "boas ações" para apresentar: muitos eram fanáticos em seguir a lei, lidavam com a Palavra de Deus, expulsavam maus espíritos e faziam milagres. Mas uma coisa eles não queriam: crer em Jesus Cristo e, assim, aceitar a misericórdia que recebemos por meio dEle. Pensavam que chegariam ao céu sem Ele, que Deus reconheceria as suas obras e lhes permitiria entrar. Porém, foi justamente nesse ponto que Jesus tratou de contrariar seus planos. Eles tinham de aprender e aceitar que a vontade de Deus era que reconhecessem sua própria falência espiritual e cressem em Jesus.
Nós enfrentamos o mesmo problema hoje. "Cristãos" nascidos em um ambiente cristão pensam que conseguirão ir para o céu por meio de obras cristãs. Ao lhes dizermos que nada disso serve, que no fim das contas as suas ações são iniqüidades inaceitáveis aos olhos de Deus e que eles continuam perdidos, a grande maioria reage de forma irritada, por pensar que não precisam de Jesus pessoalmente. Quando Jesus foi questionado: "Que faremos para realizar as obras de Deus?", Ele respondeu: "A obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado" (Jo 6.28-29).
2. Precisamos ser conhecidos por Deus. Haverá pessoas das quais Jesus dirá naquele dia: "Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade".
Não é suficiente crer em Jesus de forma superficial, reconhecê-lO, acreditar em Sua existência ou aceitá-lO até certo ponto. Não – é preciso que haja um encontro pessoal com Ele.
Posso dizer: "Conheço o presidente do Brasil". De onde o conheço? De suas aparições na mídia. Mas será que ele me conhece? Claro que não! No entanto, se eu fosse convidado a visitá-lo, teria a oportunidade de ser conhecido por ele.
O Senhor Jesus convida cada ser humano, de forma pessoal, a entregar-se a Ele: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei" (Mt 11.28). Quem aceita esse convite, quem se achega a Ele com todos os seus pecados, quem O aceita em seu coração e em sua vida e crê em Seu nome (Jo 1.12), esse é conhecido por Ele. Quem fez isso reconheceu o Pai e o Filho de Deus e entrará no céu: "E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (Jo 17.3).

"Tens nome de que vives...

...e estás morto" (Ap 3.1). Há muitos que se chamam de "cristãos", mas o são apenas nominalmente. O Senhor Jesus falou de pessoas que imaginariam servir a Deus matando justamente Seus verdadeiros filhos: "Eles vos expulsarão das sinagogas; mas vem a hora em que todo o que vos matar julgará com isso tributar culto a Deus. Isto farão porque não conhecem o Pai, nem a mim" (Jo 16.2-3).
Em muitas igrejas, denominações e entidades cristãs as orações são meramente formais, sem que aqueles que oram pertençam a Jesus.
Eles reivindicam autoridade teológica, pensam servir a Deus, mas não conhecem nem o Pai nem Jesus Cristo. Isso aconteceu, por exemplo, na época das Cruzadas e da Inquisição. Hoje também existe uma teologia que reivindica toda autoridade para si e rejeita os que se baseiam na Palavra de Deus. Basta lembrar das muitas seitas e do islamismo, que afirmam que Deus não tem um Filho.
Já no século VII antes de Cristo, na época do profeta Jeremias, havia dignitários religiosos meramente nominais. Ouvimos o lamento de Jeremias: "Os sacerdotes não disseram: Onde está o Senhor? E os que tratavam da lei não me conheceram, os pastores prevaricaram contra mim, os profetas profetizaram por Baal e andaram atrás de coisas de nenhum proveito" (Jr 2.8).
Mesmo um cristão meramente nominal pode apostatar da fé. Quem com sua boca confessa ser cristão, mas não pratica o cristianismo no dia-a-dia, precisa aceitar que outros lhe perguntem se não está enganando a si mesmo.
Não é exatamente isso que vemos hoje? Muitos teólogos abandonaram a fé bíblica e correm atrás de convicções que não servem para nada. Eles se abriram para religiões e correntes espirituais que não têm absolutamente nada a ver com Jesus Cristo. Isso também já aconteceu na época em que o povo de Israel peregrinou pelo deserto. Depois de ter louvado a grandeza e a soberania de Deus (Dt 32.3-4), Moisés emendou uma declaração sobre os infiéis: "Procederam corruptamente contra ele, já não são seus filhos, e sim suas manchas; é geração perversa e deformada" (v.5). Portanto, realmente é possível que aqueles que não são Seus filhos se tornem infiéis a Ele.
É dito a respeito dos filhos de Eli: "Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial e não se importavam com o Senhor... Era, pois, mui grande o pecado destes moços perante o Senhor, porquanto eles desprezavam a oferta do Senhor" (1 Sm 2.12,17). Não reconheceram ao Senhor porque desprezaram o sacrifício. Enquanto uma pessoa (por mais cristã que se considere) desprezar o sacrifício de Jesus pelo pecado, não reconhecerá o Senhor.
Todos os israelitas saíram do Egito, mas da maior parte deles Deus não se agradou, motivo pelo qual tiveram de morrer no deserto (veja 1 Co 10.1-12).
Como exemplo especial de alguém que era crente nominal e que realizava obras, mas que ainda assim estava espiritualmente morto, lembro de Balaão (veja Nm 22-24):
  • Ele era um homem a quem Deus se revelava, com quem Deus falava (Nm 22.9).
  • No começo ele foi obediente (Nm 22.12-14).
  • Ele afirmava conhecer o Senhor e O chamou de "meu Senhor" e "meu Deus" (Nm 22.18).
  • Ele adorava o Senhor (Nm 22.31).
  • Ele reconhecia a sua culpa (Nm 22.34).
  • Ele estava disposto a servir (Nm 22.38).
  • Deus colocou Suas próprias palavras na boca de Balaão (Nm 23.5).
  • Balaão abençoou Israel três vezes (Nm 23 e 24).
  • Ele testemunhou da sinceridade e da fidelidade de Deus (Nm 23.19).
  • Ele falou três vezes do Messias como Rei de Israel (Nm 23.21; Nm 24.7,17-19).
  • O Espírito Santo veio sobre ele (Nm 24.2).
  • Ele testemunhava ser um profeta de Deus (Nm 24.3-4).
  • Balaão confirmou a bênção e a maldição de Deus sobre os amigos e inimigos de Abraão (Nm 24.9, Gn 12.3).
  • Ele colocou o mandamento de Deus acima de bens materiais (Nm 24.13).
  • Ele falou profeticamente a respeito do futuro dos povos, sobre a chegada do Messias e chegou a mencionar o Império Mundial Romano [Quitim] (Nm 24.14-24).
Apesar de tudo isso, a Bíblia chama Balaão de falso profeta, vidente e sedutor (veja Nm 31.16; Js 13.22; Ne 13.1-3; 2 Pe 2.15-16; Jd 11; Ap 2.14-16). Por quê? Porque Balaão fazia concessões e aceitava comprometimentos, e levou o povo de Deus a se misturar com outros povos. Havia uma discrepância entre suas palavras e ações. "Habitando Israel em Sitim, começou o povo a prostituir-se com as filhas dos moabitas. Estas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu e inclinou-se aos deuses delas. Juntando-se Israel a Baal-Peor, a ira do SENHOR se acendeu contra Israel" (Nm 25.1-3). Balaão havia levado Israel a essa prostituição (Nm 31.16; Ne 13.1-3). Pedro chama Balaão de alguém que "amou o prêmio da injustiça". Na Epístola de Judas ele é chamado até mesmo de enganador ("erro de Balaão") e no Apocalipse ele é apresentado como alguém que "armou ciladas".
A Bíblia diz a respeito das pessoas nos últimos tempos que "os homens perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados" (2 Tm 3.13). Quem tende a prostituir-se espiritualmente ou a comprometer sua fé e suporta, permite e pratica essas coisas sem que sua consciência o acuse, tem motivo para crer que, apesar das aparências, não é um cristão verdadeiro. Com isso não estou me referindo à luta contra o pecado, que qualquer filho de Deus enfrenta. Não, aqui não se trata de "derrotas" na fé e na obediência, mas de lidarmos com o pecado de forma consciente e indiferente, de deliberadamente escolhermos a prática pecaminosa.
Não somos salvos por nossas próprias obras, mas somente pela fé em Jesus Cristo, pela conversão a Ele. Só aqueles que O aceitam, ao Filho de Deus, em seu coração e em sua vida, com fé infantil, poderão realizar obras que testemunhem a veracidade de sua fé. Essa fé precisa estar "enraizada" na Palavra de Deus. Em Sua parábola sobre o semeador, Jesus diz que há pessoas que aceitam a Palavra de Deus com alegria, mas não criam raízes para ela e mais tarde a abandonam (Mt 13.20-21). A raiz liga a planta à terra, da qual ela vive, lhe dá firmeza, extrai alimento e o conduz à planta. A raiz é um símbolo do Espírito Santo, por meio do qual estamos enraizados em Deus. O Espírito Santo nos traz a vida em Deus, à medida que extrai alimento das Escrituras.
Qualquer planta precisa ter raízes para poder absorver água e alimentos. Assim, todo cristão também precisa estar enraizado em Jesus Cristo.
Podemos aceitar a Palavra de Deus de forma superficial, podemos simpatizar com o Senhor, podemos acompanhar os cristãos durante algum tempo, mas depois nos afastar novamente, porque nunca nascemos realmente de novo e por isso nunca tivemos "raízes".
Jesus disse aos Seus discípulos, àqueles que O seguiam: "Contudo, há descrentes entre vós. Pois Jesus sabia, desde o princípio, quais eram os que não criam e quem o havia de trair" (Jo 6.64). De acordo com Hebreus 6.4-6, há pessoas que foram "iluminadas", que "provaram o dom celestial", e que até "se tornaram participantes do Espírito Santo" e ainda assim caíram. Por quê?
  • Porque foram iluminadas, mas elas mesmas nunca se tornaram luz. A luz pode se refletir em mim, e então estou iluminado; mas é preciso mais para que eu mesmo seja luz.
  • Porque provaram, mas não comeram (aceitaram). Posso sentir o cheiro do pão, provar o seu sabor (assim como o enólogo, que toma um pouco de vinho na boca para testar seu aroma, mas depois o cospe fora). Mas é preciso que aconteça mais: precisamos comer o pão, ingeri-lo. Não basta "provar" Jesus, ou seja, experimentá-lO – precisamos aceitá-lO em nós (Jo 6.53-56,63; Jo 1.12).
  • Porque participaram do efeito do Espírito Santo, mas nunca O receberam pessoalmente. Ao ler a Palavra de Deus, ao freqüentar um culto, posso participar do efeito do Espírito Santo. Mas isso não é suficiente. Não – é preciso que haja uma renovação espiritual real.
É possível que pessoas assim imitem o cristianismo durante algum tempo, acompanhem e participem de uma igreja local. Mas um dia elas "cairão" e negarão a Jesus. Então muitos se perguntam espantados: "Como isso é possível?"
Quando o Senhor Jesus falou de comer Sua carne e beber Seu sangue para ganhar a vida eterna (Jo 6.53-59), muitos de Seus discípulos disseram: "Duro é este discurso; quem o pode ouvir?" (v. 60) e se afastaram dEle (v. 66), apesar dEle ter lhe explicado de antemão o que isso significava: "O espírito é o que vivifica; a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida" (v. 63).

Tornar-se cristão apesar de ser "cristão"

Enganam-se a si mesmos os que pensam que todos são cristãos! Muitas vezes, quando questionei pessoas que davam a entender isso, a resposta era: "Meus pais são cristãos", ou: "Minha família é cristã!" Um conhecido evangelista costumava responder a essas afirmativas: "Se alguém nasce em uma garagem, isso não significa que seja um automóvel! E quando alguém nasce em uma família cristã, ainda falta muito para que se torne cristão!" (extraído de um livro de Wilhelm Busch).
Jesus disse a Pedro: "Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos" (Lc 22.32). Por um lado, o Senhor confirmou a fé de Pedro. Por outro lado, porém, Ele falou da necessidade de sua conversão futura. Pedro poderia ter retrucado: "Senhor, sou judeu, um filho de Abraão. Cumpro os mandamentos, fui circuncidado ao oitavo dia, guardo o sábado, oro três vezes ao dia, celebro a Páscoa e faço os sacrifícios. E já Te sigo há três anos..." Mesmo assim, ele ainda precisava converter-se. Da mesma forma Paulo, o grande defensor da lei, precisou se converter, assim como todos os outros apóstolos e discípulos.
Toda pessoa precisa se converter se quiser ser salva – inclusive os "cristãos", sejam eles membros da igreja católica romana, protestantes, evangélicos ou de uma família cristã. Não são poucos os que nascem no cristianismo, da mesma forma como os judeus nascem no judaísmo. Mas, não é esse nascimento que dá a salvação, alcançada somente através de um "novo nascimento": "Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus" (Jo 3.3). Precisamos nos converter mesmo que tenhamos sido batizados, ou participado de cultos. Se não nascermos de novo, continuaremos perdidos.
Mais tarde, quando o apóstolo Pedro se converteu e experimentou o novo nascimento, ele escreveu em sua primeira carta: "Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros" (1 Pe 1.3-4).
Quem carrega em si o testemunho do Espírito Santo a respeito de seu novo nascimento (Rm 8.16) deve alegrar-se com essa certeza e agradecer a Jesus Cristo por ela. Mas quem não possui esse testemunho inconfundível do Espírito Santo e ainda assim pensa ser cristão, está sujeito a um grande engano. Mas hoje esses "cristãos", e qualquer pessoa que queira ser salva, pode alcançar a certeza da salvação, se converter-se de forma muito séria a Jesus Cristo. Então, por que esperar mais? (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br/)
Fonte:http://jesusofinaldetudo.blogspot.com/2010/09/o-grande-engano.html

DESMASCARANDO A REENCARNAÇÃO - OUTRA MENTIRA DE SATANÁS





Meus amados, sei que muitos aqui dizem ser espíritas, etc..., por favor, leiam a Bíblia, saiam do erro, que Satanás diz para vocês que é o certo, não, não é o certo, quem pratica coisas semelhantes a essas de que os textos falam, é errado sim, é contra a Palavra de Deus. Eu não sou a dona da verdade, esqueçam disto, isto quem fala para todos é Deus, porque a Bíblia é a Palavra de Deus inspirada, para que saibamos como nos portar perante Deus e perante este mundo enganador.
Que Deus tenha misericórdia de todos nós. Auris


Pastor Michel Cruz • Outubro 18, 2008

A palavra reencarnação significa tornar a encarnar, isto é, tornar a possuir corpo, um outro corpo que nada tem a ver com o acual. Quem acredita na reencarnação ensina que o homem, para ser salvo, tem que nascer tantas vezes quantas as necessárias para se purificar afim de alcançar a salvação.

Alguns grupos religiosos ou espiritualistas chegam a afirmar que se algum humano foi muito mau ou perverso poderá reencarnar para receber o castigo pelo seu mau caráter, ou, para alguns, até, reencarnar num sapo, numa rã… numa classe de animal tão baixa ou feia na proporção do que foi na vida anterior. Digamos que é uma espécie de maldição.

Para os que crentes desta idéia, os animais têm alma. Esta forma de reencarnação é conotada, por certos grupos, como Karma.

O que é o Karma?
É uma lei do Hinduísmo que defende que qualquer ato, por mais insignificante que seja, voltará ao indivíduo com igual impato. Bom será devolvido com bom; mau com mau. Visto os Hindus acreditarem na reencarnação, o karma não conhece limites de vida/morte. Se o bem e o mal caem sobre si, se as pessoas se comportam de determinado modo consigo, isso deve-se ao que fez nesta ou numa vida passada. Sendo que deve aceitar o seu sofrimento, não havendo aqui lugar para a misericórdia, nem para a libertação.

A teoria da reencarnação é partilhada pelos espíritas, hindus, budistas e por quase todas as religiões e/ou filosofias orientais. Atualmente, também pela Nova Era.

Os denominados “espíritas-cristãos” procuram fundamentar a reencarnação na Bíblia usando um texto com respeito a João Batista que diz que ele viria anunciar o Senhor Jesus “no espírito e virtude de Elias.” - Lucas 1:17.

Acreditam que João Batista era a reencarnação do profeta Elias. Vejamos o que, de fato, a Bíblia nos diz a respeito:

Hebreus 9:27: "… aos homens está ordenado a morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo.”

Segundo este texto bíblico, o homem só tem uma morte, isto é, uma só vida terrestre, não várias, e, depois da sua morte vem o juízo e não a reencarnação, que, de acordo com a doutrina espírita, lhe permita, purificar dos pecados.

Lucas 16:19-31: Fala-nos de um homem que morreu perdido o qual foi de imediato parar ao lugar de tormentos (inferno), sem qualquer possibilidade de voltar a viver para resolver o seu grave e eterno problema.

II Samuel 12:14-23: Relata-nos a história de uma criança, filha de David, rei de Israel, que ficou gravemente doente e acabou por falecer. Enquanto doente, ainda viva, o rei orou e jejuou em seu favor. Depois que faleceu, o rei voltou à sua vida normal, dizendo “agora que a criança é morta, por que jejuaria eu? Poderei eu fazê-la mais voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará a mim.” (v. 23). Se houvesse reencarnação David diria palavras diferentes, talvez, “vou esperar que ela reapareça noutra pessoa”…

Jó 19:25-27: Jó foi um homem que ficou gravemente doente, chegando ao ponto de pensar que ia morrer. Mas era um homem que tinha uma certeza:
1 - O Seu Redentor - referência a Cristo – iria Se levantar da terra (ressuscitar).
2 - Por tal fato, ele também haveria de ressuscitar.
3 - Dizendo que O veria na sua própria carne (no seu próprio corpo, ressuscitado) e pelos seus próprios olhos e não pelos olhos de outro nalgum outro corpo isto é reencarnado.
Será que Jesus reencarnou?

Esta é outra idéia propalada pelos espíritas – “Jesus reencarnou”. Não é na Bíblia, com toda a certeza, que se encontra tal idéia. Jesus não reencarnou. Ele ressuscitou! Ele readquiriu o Seu corpo defunto. A sepultura ficou vazia (Mateus 28:5-6; Lucas 24:2-3; João 20:3-9).

Ele reapareceu adulto, com um corpo material (Lucas 24:36-43) e o mesmo corpo, com as marcas dos cravos e da lança (João 20:24-28). Porém, glorificado (Filipenses 3:20-21), imortal e incorruptível, com características especiais como, por exemplo, velocidade de deslocação (Lucas 24:15 e 31) e possibilidade de “trespassar” a matéria (João 20:19 e 26).

Jesus não ressurgiu através de um outro nascimento físico, nascido de mulher. Ele nasceu uma única vez e morreu uma única vez, ressuscitou, caminhou entre os homens, depois de ressuscitar, “com muitas e infalíveis provas” (I Coríntios 15:3-7; Actos 1:3), e ao fim de quarenta dias ascendeu ao céu (Lucas 24:50-51) onde Se assentou à direita de Deus para interceder pelos Seus discípulos (Romanos 8:24). Depois de subir ao céu foi visto (Atos 7:55-56; I Coríntios 15:8).

Irá voltar descendo em poder e grande glória, no mesmo corpo com que subiu (Mateus 24:29-30; Atos 1:11; Apocalipse 1:7), isto é, não vai reencarnar!

Quando Ele encarnou no ventre da virgem Maria por ação do Espírito Santo – encarnou, não reencarnou. Ele era preexistente – já existia no Céu, antes da criação do mundo e da humanidade, junto do Pai, como Deus (João 1:1; 17:5), e não como espírito de um qualquer falecido.

A ressurreição, sim, é doutrina bíblica para todo o falecido, em que o corpo, entretanto, descido à sepultura ou algures no pó da terra, será revivificado e levantado e será junto à respectiva alma que já o habitava enquanto vivente à face da terra, para todo o sempre. Isto acontecerá no futuro, sendo que os salvos ressuscitarão para a vida eterna e os perdidos para a condenação eterna. - Daniel 12:2; João 5:28-29.

Isaías 38:9-11: Este texto fala-nos de um rei de Judá, de nome Ezequias, que adoeceu com uma doença mortal. Contando com a morte, o rei disse que, morrendo, deixaria de ter comunhão com Deus e jamais veria o homem, sobre a face da terra.

Até aqui, concluímos que o homem só tem uma oportunidade de vida, na medida em que, morrendo, nunca mais volta a estar entre os que habitam a terra.

E quanto à questão de João Batista ser a reencarnação de Elias?

É uma falácia espírita, que não tem em conta a totalidade do contexto Bíblico, nem o que as Escrituras dizem a este respeito. Mas vejamos então mais algumas passagens bíblicas que nos esclarecerão no que concerne a este assunto:

1 - Certa vez perguntaram a João Batista se era Elias e ele respondeu que não. - João 1:21.

2 - Elias não morreu. Foi arrebatado ao Céu sem passar pela morte. - IIReis 2:11, pelo que nunca poderia ter reencarnado, uma vez que, segundo o espiritismo, a reencarnação é para os mortos.

3 - Depois de João Batista ter morrido, Jesus, com três dos seus apóstolos, subiu a um monte onde ali se transfigurou, revelando a Sua glória e majestade. Nessa manifestação apareceram junto Dele dois homens do passado, sendo um deles Elias. (Mateus 17:1-4). Na altura deste acontecimento João Batista já tinha morrido às mãos de Herodes (Mateus 14:6-12). Se João Batista fosse a reencarnação de Elias, o óbvio é que quem deveria aparecer deveria ser o primeiro e não o segundo. Portanto, João Batista não era a reencarnação de Elias!

Quando o anjo Gabriel anunciou aos pais de João Batista que este iria adiante de Jesus no espírito e virtude de Elias, significa que ele teria uma tarefa e uma postura semelhante àquele profeta. Neste caso, a palavra espírito não tem a ver com o espírito da pessoa mas sim com o Espírito proveniente de Deus, o qual concede virtude (poder e graça) para o exercício da tarefa que Ele determina.

Relativamente à necessidade e à forma de purificação dos nossos pecados, isso é possível só pelo sangue que Jesus verteu na cruz (Apocalipse 1:5; I João 1:7; Hebreus 9:14). Essa purificação alcança-se enquanto em vida, requerendo do homem arrependimento, fé e confissão a Jesus Cristo. - Atos 3:19; I João 1:8-9; Apocalipse 7:14 .

Novo Nascimento e Reencarnação
Jesus diz que para se entrar no Reino de Deus é necessário nascer de novo (João 3:3). Os espíritas usam esse texto para pregar a sua doutrina da reencarnação. Mas esse texto nada tem a ver com o nascer fisicamente e, muito menos, com reencarnação. O contexto explica o que Jesus queria dizer, reforçado com outras passagens bíblicas. Jesus estava a referir-Se a um nascimento espiritual.

Certa vez, Jesus estava numa entrevista com um dos teólogos da religião judaica, de nome Nicodemos que O procurara. E Jesus disse-lhe que ele precisava de nascer de novo para participar do Reino de Deus. Nicodemos questionou-O se isso significava tornar a entrar no ventre materno? - João3:4.

Poderemos reformular a questão de Nicodemos, em termos espíritas: “Tenho que reencarnar?”. Jesus respondeu-lhe dizendo que o novo nascimento não é carnal (físico, material), mas espiritual (v. 6). É um nascimento operado pela “água”, uma referência à Palavra de Deus (Efésios 5:25-26) e pelo Espírito de Deus.

O Espírito Santo, usando a Palavra de Deus, a Escritura divinamente inspirada (II Timóteo 3:16-17), convence o homem do pecado, da justiça e do juízo (João 16:7-8) e da necessidade de aceitar pela fé, Jesus Cristo como Único e Suficiente Salvador. - Atos 4:10-12.

E o homem ao fazer isso será salvo e convertido numa nova criatura (II Coríntios 5:17; I Pedro 1:3 e 23; I João 5:18).

Aquele que nasce do Espírito não vive mais segundo a carne, mas segundo Espírito, i.e., vivendo sob a ação e a orientação do Espírito Santo. (v. 8; Rm. 8:1-4).

Fonte:
http://assembleiadeusleiria.com/desmascarando-o-oculto-reencarnacao





A FARSA DO ESPIRITISMO E DA REENCARNAÇÃO




             



“Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.” (1 João 4:1)

Chico Xavier, o espiritismo e suas farsas‏.
O maior problema de cinema brasileiro é que este é vendido. Os poucos filmes que são produzidos com recursos mais gordos e com melhores atores, assim o são porque receberam pesados investimentos empresariais. O resultado disso são roteiros fracos e limitados. Quando algum filme se baseia em fatos reais, o resultado é pior ainda, pois o interesse de quem investe na obra é sempre o de "divinizar" o protagonista, como um verdadeiro herói mitológico.
Assim aconteceu com o filme que abordou a vida do presidente Lula, que estreou em Janeiro, e acontece agora com o filme sobre a vida de Chico Xavier: o "espírita" que é retratado como herói, mártir e incompreendido, quando na verdade não passou de um homem comum, que propagou algumas das maiores fraudes religiosas de todos os tempos, como as fábulas da reencarnação e da comunicação com mortos.
O principal aliado privado do filme é nada menos que a empresa de maior influência ideológica no país, o império espírita das comunicações chamado Rede Globo de Televisão, que tem promovido o filme produzido sua subsidiada, a Globo Filmes. Sim, trata-se a mesma emissora de televisão que apoiou o regime da ditadura militar brasileiro, que forjou a eleição do corrupto Fernando Collor, e que agora ajuda a promover mais uma fraude.
O interesse da Rede Globo em promover o espiritismo é antigo e manifesto. Nos últimos anos, várias de suas novelas – obras que fazem a empresa internacionalmente conhecida - demonstraram a inclinação dessa rede de televisão para essa religião específica. Um dos exemplos mais próximos é a novela que estréia nesta segunda-feira, dia 12. “Escrito nas estrelas” tem demonstrado nos flashes que aparecem nos intervalos que vai abusar da espiritualidade.
Como quase tudo que Globo coloca em evidência, o filme de Chico Xavier está fazendo sucesso. E não se assuste: a obra certamente irá bater recordes de bilheteria no ano. As pessoas sairão emocionadas das salas de cinema, e ficará provado aquilo que é bíblico e profético: os homens do nosso tempo são muito fáceis de ser enganados, e são vitimas fáceis da apostasia que impera nesses dias.
Chico Xavier foi um dos maiores, senão o maior expoente do espiritismo brasileiro. Em breves palavras, o espiritismo é assim definido:

Pegando apenas essa definição, é possível perceber que há grandes oposições entre o espiritismo e o cristianismo bíblico. A doutrina da reencarnação, um dos pontos chaves do espiritismo cardecista, é um desses pontos de controvérsia. De acordo com essa doutrina, o “ser” que há em cada homem seria capaz de resistir à morte do corpo. Essa porção seria capaz de ligar-se sucessivamente a diversos corpos para a consecução de fins específicos. Mas a Bíblia reiteradamente condena essa prática, que já existia desde os tempos da lei:

“Quando, pois, algum homem ou mulher em si tiver um espírito de necromancia ou espírito de adivinhação, certamente morrerá; serão apedrejados; o seu sangue será sobre eles.” (Levítico 20:27)
“Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti.” (Deuteronômio 18:10-12)
A necromancia, que aparece em Levítico, é uma prática onde o necromante se comunica com os mortos para fins de adivinhação e consultas. É exatamente o que um médium, como Chico Xavier, fazia. Dizia se comunicar com os mortos, trazendo respostas do falecido para os seus familiares ou amigos.
Muitas dessas respostas poderiam perfeitamente coincidir com a realidade dos fatos, e do que os próprios familiares poderiam esperar ouvir do morto. Todavia, a Bíblia é clara ao dizer que cada homem morre apenas uma vez, depois perde totalmente o seu contato com mundo material, restando a ele apenas o juízo de Deus (Hebreus 9:27). Ninguém retorna depois de morto para este mundo. Tanto que quando Cristo ressuscitou a Lázaro e a uma moça, Ele mesmo disse que ambos apenas dormiam (Mateus 9:24, João 11:11), apesar de serem considerados mortos por não apresentarem mais sinais vitais ou até estar em decomposição, como foi o caso de Lázaro. Em nenhum momento a Bíblia nos dá alguma base para aceitar que um morto pode ir a um plano espiritual e retornar ao material. As “segundas chances” só existem em filmes e em embustes, como o que os médiuns espíritas propagam.
Cabe notar que no livro do Levítico, a Bíblia nos diz que há um “espírito de necromancia”, ou seja, um espírito de consulta aos mortos. Assim, todo aquele que diz que consulta aos mortos, não consulta a eles, mas sim a demônios. Demônios que têm conhecimento do passado e daquilo que acontece no mundo real e que podem, assim, incorporar em médiuns e falar aos familiares de coisas que tenha visto do falecido, dando aos familiares a impressão de que é realmente o morto que está “falando”. Tal prática é inclusive descrita na Bíblia, ao mostrar que muitas pessoas dariam ouvidos a espíritos enganadores de demônios (1 Timóteo 4:1).
Além de todos os enganos que o espiritismo propaga, o próprio Chico Xavier passou longe de ser o humilde e incompreendido homem retratado no filme sobre sua vida. Muitos afirmam que o humilde Chico Xavier teria usado peruca ou boina até terminar o seu implante de cabelos, tamanha era a sua preocupação a imagem e promoção pessoal. O médium, em ocasião em que dizia psicografar Humberto de Campos, disse que o planeta Marte não tinha nenhuma lua. Mas a ciência já provou que Marte tem duas, e sempre as teve. A revista Manchete teria mostrado ainda outra fraude do médium: a de que ele escondia embaixo de usa mesa uma bolsa de borracha que, quando apertada soltava “cheiro de santidade”.
Em 1958, foi feita ainda outra revelação que surpreendeu a muitos espíritas da época. Nesse ano, em reportagem do “Diário de Minas”, um sobrinho de Chico Xavier, chamado Amauri Pena Xavier, desmascarou o tio e a farsa daquilo que ele dizia ser revelado a ele. Na ocasião, Amauri afirmou que o próprio tio teria dito: “tudo o que tenho psicografado até hoje foi criado por minha própria imaginação, sem que eu precisasse da interferência de almas do outro mundo”. Para Amauri, seu tio, ainda vivo na época, era um bom homem, mas uma farsa a ser desmascarada como médium. Tal fato seria novamente confirmado em 1971 pelo mesmo jornal e pela revista “Realidade” (edição de Novembro de 1971, pg. 65).

O poder de falar com os mortos que Chico de Xavier dizia ter era uma farsa, comprovada por vários fatos, percebidos por qualquer um que aprecie mais a verdade do que a admiração fanática pelo médium. Assim como é falso também o espiritismo cardecista, que vem sido cada vez mais popularizado pela Rede Globo e que também é originado de fraudes, possessão demoníaca e necromancia. Fraudes que podem ser manipuladas e travestidas em belas e emocionantes histórias de humildade, como a que está em cartaz nos cinemas.
Esse mundo tem usado de estratégias cada vez mais eficazes para enganar àqueles que não estão firmados em Cristo, e é importante que nós cristãos estejamos cientes de tudo o que a Bíblia diz que é verdade e do que ela condena, para que não caiamos nesses bem arquitetados embustes.

“Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.” (1 João 4:1)


Fonte (Meu Blog): http://falandodabiblia.blogspot.com/2010/04/chico-xavier-o-espiritismo-e-suas.html
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A PEDOFILIA




Pedofilia é o desvio sexual "caracterizado pela atração por crianças, com os quais os portadores dão vazão ao erotismo pela prática de obscenidades ou de atos libidinosos".
Algumas outras definições de pedofilia requerem uma diferença de idade de no mínimo cinco anos. Estas, porém, tendem a negligenciar a inclinação sexual pedofílica que desenvolve-se durante a puberdade ou a infância, e que tende posteriormente a diminuir e acabar. Alguns sexólogos, porém, como o especialista americano John Money, acreditam que não somente adultos, mas também adolescentes, podem ser qualificados como pedófilos. Na França, esta é a definição dominante.
O uso do termo pedófilo para descrever criminosos que cometem atos sexuais com crianças é visto como errôneo por alguns indivíduos, especialmente quando tais indivíduos são vistos de um ponto de vista clínico, uma vez que a maioria dos crimes envolvendo atos sexuais contra crianças são realizados por pessoas que não são consideradas clinicamente pedófilas, já que não sentem atração sexual primária por crianças.
Alguns especialistas acreditam que a atração sexual por crianças é por si mesma um tipo de orientação sexual. Isto vai contra ao entendimento dominante, pelo qual o termo orientação sexual é categorizado como sendo a atração sexual por pessoas do sexo oposto, do mesmo sexo, ou por ambos os sexos. Os proponentes desta ideia divergente alegam que a heterossexualidade, a homossexualidade e a bissexualidade não são normalmente associados com a atração sexual por crianças, e que estas são suficientemente diferentes dos adultos, seja física ou psicologicamente, para que a pedofilia possa ser categorizada como um tipo de orientação sexual.
A causa ou causas da pedofilia são desconhecidas. Pensava-se que o histórico de abuso sexual na infância era um forte fator de risco, mas pesquisas recentes não encontraram relação causal, uma vez que a grande maioria das crianças que sofrem abusos não se tornam infratores quando adultos, nem tampouco a maioria dos infratores adultos relatam terem sofrido abuso sexual.
A partir de 2007 os Conselhos Estaduais da Criança e do Adolescente, com a coordenação nacional da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, lançou uma ampla campanha para coibir a prática de crimes contra menores, através de denúncias anônimas feitas através do telefone 100. Em todo o país este número serve para receber as denúncias de abusos de toda a ordem - e os sexuais são a maioria dos casos.
Em 20 de dezembro de 2007 a Polícia Federal do Brasil, em conjunto com a Interpol, o FBI e outras agências de investigação desvendou o uso da Internet como meio para divulgação de material - para tanto usando da identificação dos IPs anônimos - tendo efetuado três prisões em flagrante e mais de quatrocentas apreensões pelo país - sendo esta a primeira operação onde foi possível identificar usuários da rede mundial de computadores para a prática pedófila no Brasil.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

AS DIFERENÇAS EM SER IDOSO E SER VELHO

 
 
 
 
 
 
 
 
Um idoso de setenta anos escreveu um depoimento que nos diz que idosa é uma pessoa que tem muita idade, e velha é uma pessoa que perdeu a jovialidade.
O depoimento diz ainda que idade causa a degeneração das células, enquanto que a velhice causa a degeneração do espírito. Por isso, nem todo idoso é velho e há velho que ainda nem chegou a ser idoso.
Você se considera uma pessoa ou velha? Pois então, veja o que diz o depoimento do idoso.
"Você é idoso quando sonha.É velho, quando apenas dorme. Você é idoso quando mais aprende. É velho quando nem ensina. Você é idoso quando pratica esportes ou de alguma forma, se exercita fisicamente. É velho quando apenas descansa. Vc é idoso quando ainda sente dentro de si o amor. É velho quando só tem ciúmes e sentimento de posse. Vc é idoso quando quando o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida. É velho quando todos os dias parecem o último da longa jornada. Vc é idoso quando seu calendário tem amanhã. É velho quando quando seu calendário só tem "ontens".
O idoso é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma vida longa e produtiva, de ter adquirido uma grande experiência. Ele é uma ponte entre o passado e o presente, como o jovem é uma ponte entre o presente e o futuro. E é no presente em que os dois se encontram.
O velho é aquele que tem carregado o peso dos anos, que em vez de transmitir experiência às gerações vindouras, transmite pessimismo e desilusão. Para ele, não existe ponte entre o passado e o presente, existe um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado.
O idoso se renova a cada dia que começa; o velho se acaba a cada dia que termina. O idoso tem seus olhos postos no horizonte de onde o sol desponta e a esperança se ilumina. O velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram. O idoso tem planos. O velho tem saudades. O idoso preza o resto da vida. O velho sofre o que o aproxima da morte. O idoso se moderniza, dialoga com a juventude, procura compreender os novos tempos. O velho se emperra no seu tempo, se fecha em sua ostra e recusa a modernidade. O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e de esperanças. Para ele o tempo passa rápido, mas a velhice nunca chega. O velho cochila no vazio de sua vida e suas horas se arrastam destituídas de sentido. As rugas do idoso são bonitas, porque foram marcadas pelo sorriso. As rugas do velho são feias, porque foram vincadas pela amargura.
Em resumo, idoso e velho são duas pessoas que até podem ter a mesma idade no cartório, mas têm idade bem diferentes no coração."
 

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

COMO OBTER SUA BÊNÇÃO FINANCEIRA

(Texto extraído do livro de MIKE MURDOCK -31 Razões Porque as pessoas não recebem sua Bênção Financeira)
Pedir é a chave para receber. Jesus deixou isso muito claro. "Pdi, e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abri-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca, encontra; e a quem bate, abri-se-lhe-á"
(Mateus 7.7,8)
Muitas pessoas anseiam coisas altas, mas nunca entenderam o poder de pedir.
"Eu realmente preciso de mais dinheiro", disse-me uma senhora idosa certa noite após uma palestra.
"De quanto você está precisando?", eu perguntei.
"Ó, eu apenas preciso de mais!"
"De quanto mais?"
"Eu apenas preciso de mais e só", replicou a senhora.
Finalmente, tirei do bolso uma moeda de 5 centavos e coloquei na mão dela, dizendo: "Suas preces foram atendidas". Você entende? Ela queria mais e eu lhe dei mais. Ela estava querendo mais, porém na verdade ela não estava pedindo mais. Ela nunca especificou um valor.
1- Muitas pessoas se recusam a pedir a Deus uma bênção financeira
Por que? Eles têm desobedecido a toda instrução que Ele lhes deu, e sabem disso. Isso destrói a sua glória e audácia.Quando você ignora deliberadamente a sua frequência à igreja, o ato de ofertar, e não coloca Deus em primeiro lugar, falta ousadia para aproximar-se dEle para qualquer coisa. É muito difícil passar o domingo inteiro com o seu barco no lago, e depois se sentir confortável par pedir a Deus uma bênção financeira na segunda-feira de manhã.
2- Muitos se recusam a pedir a Deus valores específicos
Por que? Eles não sabem sequer o quanto devem aos seus credores!
Muitos anos atrás um jovem veio até mim desesperado e disse: "Eu estou falindop. Vou perder tudo que tenho. Você poderia ajudar-me?"
"Diga-me exatamente quanto você deve aos seus credores", pedi.
Ele me olhou confuso e desnorteado. "Não tenho a menor idéia de quanto dinheiro eu devo", disse.
"Bem, sente-se e faça-me uma lista com o nome de cada pessoa a quem você deve, o valor que você deve a elas, e o quanto você pode separar a cada mês para pagar tudo".
Ele mudou o curso da nossa conversa. Eu o trouxe de volta."Pare de rodeios. Sente-se e faça uma lista do que você realmente deve. Você não pode uisar sua fé sem um alvo. Fé requer instrução. Se a fé não tiver uma opção, ela não pode funcionar. Tem que lhe ser dada uma tarefa específica".

SOS Crianças Desaparecidas


Ação integrada à Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (REDSAP), Fotode alcance nacional, voltada para localizar crianças e adolescentes desaparecidos através de fotos divulgadas na mídia em geral e pesquisa em abrigos, com o objetivo de reintegrá-las às famílias. A ação visa também a implantação da cultura da identificação, evitando assim o desaparecimento de crianças em locais de grande concentração de pessoas.

Pior do que ter um ente querido morto, é ter um filho desaparecido, sem saber o que aconteceu a ele.
São muitos os casos de crianças e adolescentes que desaparecem sem deixar rastros. E as mães, que ficam enlouquecidas pela saudade, pela incerteza de ter ou não seu filho ainda vivo nos braços, ficam muitas vezes sem saber o que fazer, porque as nossas autoridades ainda são muito falhas no sentido de busca de desaparecidos.
Vai se saber o tamanho da saudade, do vazio, do desespero de pais que tiveram seus filhos levados por alguém sem coração, que não se preocupa com o ser humano em questão, mas apenas se preocupa com o que aquele ato pode lhe fornecer em prazer, em dinheiro ou seja lá qual é o sentimento ou intenção de uma mente doentia como essas, que tiram um filho de sua mãe.
Infelizmente, a maioria dos casos de crianças e adolescentes desaparecidos, ficam sem solução.
E quem vai enxugar as lágrimas de um pai, de uma mãe que perdeu seu filho para um sequestrador? Quem?
Por isso, deixamos aqui o endereço de um site, que protagonizou a primeira parte desse artigo, para que as pessoas possam logo achar seus filhos, seus netos, seus sobrinhos, seus amados que se perderam.
Fale com o Programa: soscriancasdesaparecidas@fia.rj.gov.br

sábado, 16 de outubro de 2010

NADA É POR ACASO


 Um dia desses, ia eu saindo da escola, meio preocupada com o dia ruim que tive antes de lá entrar, quando, de repente, uma mulher foi esbofeteada a uns 20 metros de mim. Corri ao seu encontro, enquanto seu agressor quase fugia rapidamente e ela, ela apenas chorava, de mãos dada com seu pequenino filho, que agarrado às suas pernas, estava muito assustado com a cena.
No momento do socorro, abracei aquela mulher, sem querer saber quem era, o que fazia ou onde morava. Ela apenas precisava de um abraço, depois de tamanha brutalidade. Era uma moça de seus 19 anos, negra e de sonhos interrompidos por uma maternidade prematura e a ruptura de seus sonhos de felicidade ao lado do homem que dizia lhe amar. Homem esse, que não demoraria muito tempo, seria o seu algóz e ela seria mais uma vítima morta em nome da covardia de um  homem, que agredia aquela mulher todos os dias , com xingamentos e pontapés. E onde ficou o amor?...
Sentei-me ao lado daquela moça e, pela minha curta experiência de vida, tentei lhe alertar, quando soube que já sofria maus tratos há algum tempo. Tentei lhe mostrar o triste fim que lhe aguardava, como o fim de muitas mulheres que morrem todos os dias nesse Brasil, vítimadas pela brutalidade, pela covardia de homens sem coração, egoístas e acobertados pelo sentimento de impunidade. Esses homens(se é que se pode chamar de homem um ser como esse!) que induzidos por sentimentos tão mesquinhos, são capazes de matar, mas nunca em nome do amor, poir quem ama, jamais mata! Quem ama sofre, chora, se entristece ao ver o outro se afastando, mas matar, nunca!
Eu senti a dor daquela moça. Eu senti a tristeza dela. Eu me indignei profundamente por ela e por aquela criancinha que ainda nem entendia o que estava acontecendo com aqueles dois seres que, supostamente, um dia se amaram e aos quais ele chamava de pais.
Passados alguns dias, depois de ter cuidado dela no mínimo que eu podia, estava quase chegando ao meu colégio, quando ouvi vozes atrás de mim, muito alegres, de algumas moças. E uma delas era aquela que havia se erguido das cinzas e traçado um novo caminho para a sua vida e para a vida de seu pequeno filho. Estava mais arrumada, penteada, perfumada e feliz! A minha alegria foi tanta, que passei o resto do dia numa alegria tamanha.
Portanto, aceitar a violência calada, só leva à mais violência e, infelizmente, à morte.
Você não apanhou por acaso. Aquela moça não passou em minha frente por acaso, num dia em que eu estava bem infeliz. Ela não reagiu por acaso. Deus estava no controle e quando ele assume a direção do curso da nossa vida, não há ninguém que possa mudar isso.

Sueli L. Vieira

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

QUETURA - Dando um jeito em uma situação difícil

"E Abraão tomou outra mulher; o seu nome era Quetura"Gn 25.1)
Quetura tornou-se a segunda mulher de Abraão depois que Sara morreu. Que sistema familiar complicado ela encarou! Seu marido estava provavelmente três vezes mais velho que ela. Apesar de ter dado à luz seis filhos, toda herança de Abraão foi deixada para Isaque, seu filho único com Sara. A lembrança da "outra mulher", Agar e seu filho Ismael permaneceu. Nós lemos que as concubinas viviam na mesma casa também. Essas mulheres tinham filhos. Quetura foi a última da coleção.
Nós sabemos como Quetura lidou com os problemas que enfrentou. Mas a vida dela testifica da compaixão de Deus pela família. Ele honrou Quetura com uma significante descendência. Dentre os seus descendentes estavam os midianitas. Quetura foi ancestral da mulher de Moisés, Zípora, e seu sogro, Jetro.
A pauta bíblica de Deus tem a intenção de levar-nos aos problemas da fam´lia em potencial. Como Quetura, podemos não estar em circunstâncias familiares ideais. Pais divorciados. Crianças rebeldes. Discussões. Mas se você obedecer a Deus e mostrar amor mesmo àqueles que são antipáticos ou àqueles que lhe feriram o coração e a alma, vai se surpreender com os resultados. Deus está sempre trabalhando para o nosso bem, e Ele está ansioso para restaurar relacionamentos quebrados. Convide-o a começar o processo de cura hoje.
Até mesmo as situações mais pedregosas da família podem ser amaciadas pela graça de Deus.

domingo, 10 de outubro de 2010

REFLEXÕES QUE FALAM AO CORAÇÃO

A Morte Devagar
Martha Medeiros

Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.
Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.

A TIGELA DE MADEIRA
Cláudio Seto
 
 Um senhor de idade foi morar com seu  filho, nora e o netinho de
quatro anos de idade.
 As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos
vacilantes.
 A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão
falha do avô o atrapalhavam na hora de comer.
 Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão.
 Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa.
 O filho e a nora irritaram-se com a bagunça.
 - Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai - disse
o filho.
 - Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente
comendo com a boca aberta e comida pelo chão.
 Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da
cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia
as refeições à mesa, com satisfação.
 Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora
era servida numa tigela de madeira.
 Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes
ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que
lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou 
comida cair ao chão.
 O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio.
 Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu  que o filho pequeno
estava no chão, manuseando pedaços de madeira.
 Ele perguntou delicadamente à criança:
 - O que você está fazendo?
 O menino respondeu docemente:
 - Oh, estou fazendo uma tigela para você  e mamãe comerem,
quando eu crescer.
 O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho.
 Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles
ficaram mudos.
 Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.
 Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava
ser feito.
 Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente
conduziu-o à mesa da família.
 Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as
refeições com a família.
 E por alguma razão, o marido e a esposa  não se importavam mais
quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.